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...§Terça-feira, Maio 10, 2005§...



Evanescence "É uma palavra que a maioria das pessoas nunca escutou antes pq nós saímos do nada e nós queremos ter esse elemento de mistério. Eu também acho que é linda assim como nossa música." - Amy Lee

Biografia


Evanescence são :

Amy Lee ( voz)
Terry Balsamo ( guitarra)
John LeCompt (guitarra)
Rocky Gray (Bateria)
Will Boyd (Baixo)

ex.: membro Ben Moody (guitarrista)



Parte I

Evanescence significa uma dissipação ou um desaparecimento como vapor.Embora o nome da banda possa sugerir um repentino desaparecimento, a música de Evanescence é balanceada para a longevidade. Fallen, o álbum de estréia desse talentoso quarteto de Little Rock, Arkansas, é um trabalho emocional, suave de potencial irrefutável guiado pelo vocal celestial de Amy Lee. "Nós somos definitivamente uma banda de rock." diz Lee. "Mas a diferença é que a música da banda é épica, dramática, dark rock." Os co-fundadores da banda, Lee e o guitarrista/compositor Ben Moody se conheceram ainda pré-adolescentes (nota da tradutora: em 1994, Amy Lee com apenas 13 anos e Moody com 14). "Nós estávamos em um acampamento para jovens." Moody lembra... "Durante um sorteio para alguma recreação realizada num ginásio, eu escutei Amy tocando "I'd do anything for love" - MeatLoaf no piano... Fui conhecê-la e ela começou a cantar para mim. Eu fiquei bastante surpreso, então chamei ela para formarmos uma banda." Desde então, a relação musical tem permanecido leal. "Temos a mesma exata visão em relação ao que amamos sobre a música." diz Moody. "Quando estamos compondo, concluímos o pensamento um do outro."Evanescence foi formada em Little Rock no final dos anos 90. Como era de se imaginar, a banda não se ajustava exatamente nos estados do Oeste. "A música das pessoas mais velhas é tipicamente death metal ou realmente suave lá." diz Lee... "Eu nem conheço nenhuma banda local que tenha vocal feminino." Influenciada por uma abrangência de artistas como Björk, Danny Elfman e Tori Amos, a banda começou lançando EPs de seu material. Mesmo sen i benefício de apresentações ao vivo, Evanescence começou a firmar uma certa reputação. "Muitas delas progrediram por serem indescritíveis." lembra Moddy... "A segunda música que compomos era um hino ridículo gótico de sete minutos chamada "Understanding". Epor alguma razão, a rádio rock local decidiu tocála bastante. Ganhamos essa popularidade pela cidade, mesmo sabendo que ninguém nos conhecia ou sabia onde nos encontrar. E isso porque nunca pudemos pagar para fazer um show - éramos somente Amy e eu - e não podiamos pagar músicos." Fallen foi gravado em Los Angeles com o produtor Dave Fortmen (BOYSETSFIRE, Superjoint Ritual). O álbum encontra aquele balanço inatingível entre a beleza exuberante e o heavy primário. Como exemplo, "Bring Me To Life", uma mistura de melodia calma (pela voz de Amy) e batidas incendiárias. Iluminada pelo vocal convidado de John LeCompt (Paul McCoy do 12 Stones faz o vocal no videoclip), a música é apresentada notoriamente no filme "Demolidor" e entra em sua trilha sonora. ""Bring Me To Life" é sobre descobrir algo ou alguém que desperta um sentimento dentro deles que eles nunca sentiram antes." diz Moody. Ele continua: "Você descobre que há um mundo maior que somente sua bolha protetora." Também significante é a vibrante "Tourniquet" e a misteriosa "Haunted" com sua batida intensa e melodia "rangida" (aumentada por arranjos de correntes, permitidos por Lee). Sobre o último, Moody afirma, "ÿ a música que é mais "nós". O melhor resumo do que nos esforçamos para tocar." Quanto às letras, Evanescence explora o dark, temas introspectivos do amor, desespero, e desesperança. Mas o grupo insiste que a mensagem fundamental é positiva. "A finalidade do álbum e da banda é que as pessoas saibam que não estão sozinhas ao lidar com sentimentos ruins ou qualquer coisa que elas tenham de passar." diz Lee, que escreve a maioria das palavras. "Aquela é a vida e aqueles são humanos. Eles não estão sozinhos e nós passamos por isso também." Ao vivo, Evanescence funciona como um quarteto, com John LeCompt (guitarra) e Rocky Gray (bateria) completando o grupo. "Como um quarteto, nós podemos realizar as complexas harmonias e orquestras do material especial de Fallen", enfatiza Moddy. "Nós somos muito sinceros com o que fazemos. Existe tanta angústia adolescente clichê hoje em dia na música. Não é como nós. Não estamos tentando vender um ângulo, só estamos aqui escrevendo com nosso coração."

Parte II

Uma entrevista com Ben em 1998:

"A alguns anos atrás, Amy e eu estávamos frequentando um acampamento para jovens. Eu estava jogando com o grupo de oração e Amy era uma campista. Durante um tipo de recreação eu estava sentado no ginásio assistindo um jogo de basketball. Do outro lado da quadra havia um palco para peças e um piano. Eu estava sentado lá, super entediado quando de repente eu tomei um susto enquanto escutava o som da introdução de piano de "I Would Do Anything For Love" do Meafloaf's. Eu olhei para o piano e havia essa garota esbanjando um grande talento. Depois da minha raiva por inveja inicial, calmamente eu corri através do jogo de basket em direção ao piano e me apresentei. Depois ela me impressionou ainda mais com músicas que ela havia escrito. Eu achei que estava no paraíso. Mas quando ela cantou, eu quase morri. Vindo daquele rejeitado e pequenino acampamento estava uma das mais poderosas e belas vozes que eu jamais tinha ouvido. Então eu, de alguma forma, a convenci a nunca mais tocar com mais ninguém e ela tem sido minha desde então." Ben e Amy logo começaram a gravar músicas como "Give Unto Me" e "Understanding" sob o nome de Evanescence. Com influências como Type O Negative, Living Sacrifice (que, segundo rumores, convidou Ben para se unir como guitarrista, mas ele recusou para continuar com o Evanescence), Portishead e Sarah McLachlan eles começaram a criar um som único que leva elementos do metal, música eletrônica e (provavelmente sem intenção) música gótica. Brad Caviness começou a tocar "Understanding" e "Give Unto Me" no programa de rádio que ele co-apresentava na KABF, em Little Rock, dando ao Evanescence sua primeira exposição ao mundo em liberdade. Seu EP de estréia foi lançado em Dezembro de 1998 em seu primeiro show no Vino's em Little Rock. A edição limitada de 100 cópias foi vendida rápido na mesma noite. Em algum momento David Hodges se uniu a banda. (nota da tradutora: o autor do texto diz que não pode dar nenhum detalhe disse porque ele não sabe como isso ocorreu). As pessoas mais íntimas à banda ficaram surpresos como Ben Moody é um perfeccionista que se empenhou em encontrar alguém que ele se sentisse confortável tocando junto. O EP Whisper foi lançado nessa época pela banda com a ajuda da BigWig Enterprises em CDR (edição limitada em 50 cópias). Depois de algum tempo, o show do Evenescence foi completado com membros como JohnLeCompt (anteriormente do Mindrage) e Rock Gray (do Soul Embraced e Living Sacrifice). Recentemente David Hodges saiu da banda (nota da tradutora: por razões desconhecidas pelo autor). John LeCompt e Rocky Gray são agora conhecidos como membros oficiais da banda. [...]

Parte III

O sucesso em massa que o Evanescence tem tido até agora, nas palavras da co-fundadora e cantora Amy Lee, "Realmente bizarro quando vc pensa sobre isso. Obviamente eu sempre pensei que nós éramos bons o bastante - eu amo nossa música e eu amo nossa banda - mas eu nunca pensei que poderia acontecer nessa escala. Eu olho meu rosto na capa do álbum à vezes e me pergunto se sou eu realmente."
Sem dúvidas que é. Os vocais apaixonados de Lee, combinados com a agressiva força, ajudaram o Fallen a vender 12 milhões de cópias pelo mundo, trazendo os hits Bring Me To Life (nº 1 em vários países, Going Under e My Immortal. Uma enorme quantidade de prêmios se seguiram, incluindo 2 Grammys em 2003: Melhor Artista Revelação e, por Bring Me To Life, Melhor Performance Hard Rock.
O drama inerente a paroximação musical do Evanescence - um tipo de gótico widescreen que se torna num segundo de introspecção liderada por piano a batidas de guitarra riff-a-rama - obviamente mexeram com audi~encias do mundo todo.
"Eu amo o que fazemos, e eu acho que passamos isso; nós definitivamente tentamos colocar isso na nossa música", explica Lee. "Isso é real, honesto e genuíno. Não estamos tentando vender álbuns, isso vêm do coração. De todos nós."
A história se torna ainda mais maravilhosa quando consideramos o humilde e sem recursos começo da banda: Lee e o co-fundador Ben Moody começaram compondo e gravando juntos nas casas dos pais de cada um e somente contrataram músicos para tocar ao vivo poucas vezes num ano.
"Foi estranho sair na nossa primeira turnê", ela se lembra. "Ninguém tinha nenhuma expectativa, e nós estávamos fazendo alguns shows em pistas de patinação para tipo, 10 pessoas - foi mto hilário. Mas no final da semana tinha uma gde diferença toda vez, e no final do mês estpavamos tocando para centenas de pessoas - e no último verão estávamos tocando na frente de 50.000 pessoas na Alemanha."
A inclusão de Bring Me to Life na trilha sonora do Demolidor (junto com My Immortal) ajudou a fazer a bola rolar. Conforme crescia o número de bilheteria, os pedidos nas rádios começaram. "Foi como se espalhou pelo país, e pelo mundo", entusiasma-se Lee. "Essa é minha parte favorita da história - não aconteceu pq estávamos sendo empurrados garganta abaixo das pessoas, mas pq as pessoas procuraram saber sobre a banda por sua conta. Quem nós seríamos sem os fãs? Ninguém."
Evanescence pagou esse débito com os fãs com uma rígida agenda de turnê. "Para ver as coisas que estamos tendo a oportunidade de ver, tem sido maravilhoso... no entanto às vezes vc sente uma coisa de 'tão perto e ainda assim, tão longe'", ri Lee. "Estávamos em Nova Zelândia e mesmo que pudemos ver a floresta úmida, ainda tiínhamos o show para fazer. ÿs vezes apenas vemos um monte de belos quartos de hotéis.."
Agora Lee e seus companheiros de banda estão voltando suas atenções para escrever o próximo álbum.
"Estamos levando isso bem devagar," ela diz. "Fallen foi uma boa obra prima, mas não queremos fazer o mesmo álbum de novo - qual o sentido nisso? Queremos que seja original e inventivo, como o primeiro foi. Nós escrevemos separadamente, e vamos nos juntar em breve e começar a trabalha juntos."
Juntamente com Lee, o baixista William Boyd, bateirista Rocky Gray e guitarrista John LeCompt está o novo guitarrista Terry Balsamo, originalmente da banda de metal alternativo Cold, que substituiu o co-fundador Moody depois de sua saída em Outubro de 2003.
"Terry é um sonho tornado realidade", estusiasma-se Lee. "Ele é um cara legal que nós ficamos amigos. Ele é um músico incrível, um ótimo compositor e um cara sempre 5 estrelas. Eu o amo mto - não há drama, é mais uma celebração que uma luta."
Uma constante em Evanescence será os bacgorund de Lee na música clássica; tendo passado nove anos estudando piano clássico, ela não irá dar as costas a isso agora.
"O que eu trago a banda é a idéia e vibração da coisa romântica/clássica/orquestral - as cordas, o coral, os vocais background celestiais, e o piano" ela diz. "A banda traz o rock - as guitarras e bateria. Juntos criamos algo que é mto original."
A combinação do clássico e metal não é tão estranha qto parece, ela explica: "Tem mtas conexões quase místicas entre o clássico e o heavy metal. Qdo eu estava no ginásio eu escutava mtas bandas de death metal que eu amava- são todos tipos complexos e intrigantes de música que são mto dramáticas, e eu sou naturalmente inclinada a isso."
O próximo passo do Evanescence irá refletir o fato de que "Eu estou me tornar mais sem medos como compositora - todos nós estamos. Fallen veio de um lugar mto vulnerável, que não é como estou na vida real - eu purifiquei essa parte de mim através da composição. Não há dúvidas que minha composição é mais refletiva das minhas reações aos acontecimentos e não dos acontecimentos em si."
Quanto ao lançamento do próximo álbum, ela responde com uma risadinha natural. "Ele será lançado quando for nosso álbum favorito".

Créditos:Evanescence.com.br

//By ... //9:47 PM

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Layout por Jvlia Moody